Três dicas para fugir do assédio no ambiente de trabalho

Caracterizado como a exposição repetida e prolongada de uma pessoa a situações humilhantes e constrangedoras durante a jornada de trabalho, o assédio moral está na contramão das diretrizes contemporâneas da gestão de pessoas, que destacam a valorização do capital humano e a importância da diversidade nas equipes profissionais.

Dados divulgados recentemente pela Revista Veja apontam crescimento no número de casos de assédio no País. Na Bahia, por exemplo, as denúncias saltaram de 1 em 2001 para 981 em 2010, segundo informações do Tribunal Regional do Trabalho.

Para a consultora e coach, especialista em carreira, Eni Santos, a principal causa do assédio moral é a falta de respeito nas relações interpessoais. A profissional ressalta também que a conduta ofensiva não parte apenas de chefes para com subordinados. “O sentido inverso, embora menos comum, também acontece, ou seja, o assédio pode ocorrer dos subordinados para com seus superiores, além, é claro, de partir de colegas que estejam no mesmo nível hierárquico”.

Eni alerta que as consequências do assédio podem ser devastadoras. “A empresa está predisposta a prejuízos na sua imagem corporativa, a fragilidades na atração e retenção de talentos, à queda de produtividade e a pagamentos de indenizações decorrentes de processos judiciais. O assediado fica suscetível a problemas de ordem psicológica. Já o assediador, além de sujeito a severas punições judiciais, terá danos desastrosos na sua trajetória profissional”.

Para não cair na armadilha do assédio, a consultora aponta três dicas:

  1. Fundamente sua carreira no respeito à dignidade ao próximo.
    A base para ser competente é o exercício cotidiano do respeito às pessoas, independentemente da posição que ocupam, da aparência, da idade, do sexo, do modo de ser ou dos bens que tenham. Pense nisso!

  2. Valorize as diferenças.
    A heterogeneidade na força de trabalho é valorizada pela maioria das empresas pelo impacto positivo que exercem sobre a solução de problemas e resultados organizacionais. Não caia no senso comum, valorize e ressalte o que cada um tem de melhor. Adote essa ideia!

  3. Pratique a responsabilidade social individual.
    Não compactue com comentários discriminatórios, não faça brincadeiras nas quais particularidades pessoais sejam expostas de forma pejorativa e leve sempre ao conhecimento do setor de gestão de pessoas os casos de colegas que estejam trabalhando sob humilhação e maus tratos. Defenda esse direito!

SOBRE ENI SANTOS

Com 20 anos de experiência, Eni Santos é mestre em engenharia de produção, pós-graduada em marketing, administradora e coach credenciada pela Integrated Coaching Institute. Atua como consultora em empresas de vários portes e segmentos, com trabalho direcionado a gestão de clientes, desenvolvimento de liderança, relações humanas no âmbito de trabalho, educação corporativa e desenvolvimento profissional. Também leciona em cursos de graduação e pós-graduação de universidades do interior de São Paulo. Entre seus clientes estão Caterpillar do Brasil, Case IH, Indústrias Romi, 3M do Brasil, Jeanseria Jeans, Coplacana.

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