Sucesso de uma líder dispensa clichês e cara feia

Consultora em educação corporativa e coach, Eni Santos dá dicas para a mulher se destacar em altos cargos corporativos, deixando de lado o temperamento e trabalhando melhor suas características únicas.

Exercer um cargo de liderança desponta como objetivo de carreira de um grande número de mulheres no mercado de trabalho. Elas, inclusive, já ocupam 27% dos cargos de liderança no país (segundo recente pesquisa do International Business Report). Mas qual o verdadeiro objetivo profissional da mulher que busca a posição de coordenadora, gerente ou diretora? O que otimiza sua performance e a torna tão boa em cargos de liderança?

Para a consultora em educação corporativa e coach, Eni Santos, além dos esforços direcionados à formação acadêmica, a mulher precisa avaliar o conjunto de crenças que a acompanham no dia a dia. “São essas crenças que ditam padrões de pensamentos e modelos mentais que direcionam atitudes. Existem crenças que detonam o desempenho e até mesmo uma carreira, como por exemplo, aquela de que uma líder precisa se mostrar fria e durona para ser respeitada”, afirma ela.

Pelo contrário, mulheres que abusam do temperamento para liderar podem não construir uma equipe motivada. “Rispidez afasta para bem longe o melhor do que cada um tem a oferecer para a empresa. Pessoas submetidas a esse tipo de liderança não se comprometem e nem apresentam suas ideias e, com certeza, os resultados dessa gestão estarão muito aquém das suas reais possibilidades”, diz a consultora.

Menos estereótipos, mais vantagens

E se liderança é essencialmente a capacidade de influenciar pessoas, nesse sentido, a presença feminina na direção de equipes se torna ainda mais positiva se forem priorizados pontos como a autenticidade, a autoconfiança, a coerência e a genuína preocupação em desenvolver uma gestão humanizada.

Eni explica que no contexto da gestão da equipe, por exemplo, o uso da sensibilidade e da atenção aos detalhes possibilita feedbacks assertivos e ações de reconhecimento. “Outra característica marcante é a capacidade da mulher ser multitarefa. No âmbito corporativo, isso se traduz em maior flexibilidade, importante porque dá agilidade em cenários adversos e abertura a novas ideias”, completa a consultora.

A intuição, outra característica forte na mulher, é mais um dos componentes do bom desempenho feminino no mundo corporativo, já que refina a visão sobre entraves organizacionais. “A crença de que a todo o momento a mulher em cargos de liderança é avaliada e tem de provar sua competência, tem seu prazo de validade vencido. Se preocupe mais, em deixar sua marca pessoal em tudo o que realizar. Ser líder não isenta você de ser ‘autenticamente’ mulher, finaliza Eni.

SOBRE ENI SANTOS

Com 20 anos de experiência, Eni Santos é mestre em engenharia de produção, pós-graduada em marketing, administradora e coach credenciada pela Integrated Coaching Institute. Atua como consultora em empresas de vários portes e segmentos, com trabalho direcionado a gestão de clientes, desenvolvimento de liderança, relações humanas no âmbito de trabalho, educação corporativa e desenvolvimento profissional. Também leciona em cursos de graduação e pós-graduação de universidades do interior de São Paulo. Entre seus clientes estão Caterpillar do Brasil, Case IH, Indústrias Romi, 3M do Brasil, Jeanseria Jeans, Coplacana.

Eni se coloca à disposição como fonte para pautas relacionadas a carreira, liderança, coaching, educação corporativa, relações humanas, marketing pessoal, entre outros assuntos do mundo corporativo e desenvolvimento profissional.

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